De duas, uma e meia.Eu logo ali na varanda contemplando o raiar dos raios solares e lunares(mesmo o primeiro servindo de apoio ao segundo).Como análogo a isso, eu vivo com meu brilho e o brilho da suave Maria.É!Ela está aqui de novo.São extensões de minha vida, que de vez por outra se depara com o nada daquela cidadezinha vizinha.E lá logo vou eu a passos de lebre de encontro a uma imensidão de "boas-vindas", partindo daqui, partindo dali.Sempre, sempre à vontade.E eu compadeço.Aprovo.Sorrio.Elas retribuem e pedem BIS pelas minhas presepadas.
São gêmeas em atitudes e complacentes em fervor por minha presença, sem falsas modéstias, me orgulho por ser importante a ELAS.São três, sabe?Mas é como o meu DEUS, UNO e TRINO.Elas são três em uma.A conversa logo escorrega pela mesa redonda daquela varanda referida logo acima.São volúveis.Vão de deboches a fome no Quênia.Saudosos e burburinhos, nos juntamos e nos desconcertamos com tamanhos absurdos.Proferidos de mim e do meu infalível amigo, caro amigo.Faltou um pequeno grande coração, de uma moça do humor apaixonante.Ela, sempre, presente na ausência.
No meio dos aplausos, o certo moço que aqui se atém passa por um estreito espaço e põe ao chão um copo de cristal que de logo se quebrara.Todos param o que fazem para vê-lo cometer mais um daqueles pequenos desastres que só ele/eu sabe/sei fazer.Isso se acumula entre os detritos de seu coração por logo saber que voltará para o fervilhame do interior.Caipira por insistência.Maria me convidara a ficar mais, mas já sabia que deveria partir.Quão cedo fosse, sofrimento faz pose.E um adeus com beijos em névoa.Minha segunda vida é logo por lá.A dela também.Lá se fica nosso momento de fuga.Ai os cacos de vidro voltam a ferir.Pela horrível distância.









